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De quem será o Brasil das próximas décadas? julho 16, 2011

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Por que?

Convivendo com diferentes pessoas, nos diferentes níveis e variadas áreas de atuação, na sociedade e no mercado de trabalho do Brasil, tenho observado alguns detalhes interessantes e minha intenção é compartilhá-los aqui.

Os rapazes

Vejo neles um desinteresse constante, pelos estudos e pelo trabalho, principalmente no que diz respeito a motivação para aprender o novo, seja o que for, estão sempre cheios de vontades e verdades.

Possuem carros bem tratados, o “som” desrespeita a todos, seu dirigir desconsidera os demais.

A festa é deles, só sua individualidade conta.

As moças

Elas por sua vez, demonstram grande interesse pelos estudos, muita dedicação ao trabalho, grande facilidade de comunicação com quem quer que seja. Obedecem com presteza, ordenam com imparcialidade.

Possuem carros, imóveis, bons níveis de escolaridade, se vestem adequadamente, se comportam com extrema educação.

Seus pertences, antes de serem ostentação, são mais utilidade.

Nas próximas décadas

Os proprietários e diretores, serão sempre aqueles com visão de futuro, seja homem ou mulher.

Atividades técnicas e científicas, não terão outras mãos e mentes, que não as das moças de hoje para sustentá-las, já que necessitam de dedicação e conhecimento.

As atividades produtivas, a cada dia pertencem mais às máquinas automáticas.

Pobres rapazes…

Copyleft (C) 2011 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

O preço do conhecimento julho 4, 2009

Posted by OhEremita in Divagando.
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Todos nós temos a petulância de acreditar que devemos cobrar pelas “nossas” obras intelectuais.
Nos esquecemos que ao pagarmos uma mensalidade, em uma escola, estamos apenas pagando os custos que a dita escola tem, para nos transmitir o conhecimento acumulado pela humanidade, ela não está nos vendendo um conhecimento produzido por ela. O mesmo acontece quando compramos um livro, uma revista, um CD.
Nós não produzimos conhecimento, apenas repassamos, portanto é legítimo que recebamos, por nosso trabalho de transmissão do conhecimento, a devida recompensa.
Não temos o direito de aprisionarmos o conhecimento, de receber recompensas eternas, ser sustentados materialmente por uma “obra intelectual”.
Ou seja: recebemos o conhecimento da humanidade, temos então o dever, de disponibilizar este conhecimento, a outros que não o tenham, como nós mesmos não o tínhamos.

Copyleft (C) Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Meu Caminho de Volta dezembro 22, 2008

Posted by OhEremita in Espíritas.
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A longa noite

Aos dezessete anos de idade eu perdi Deus, aquele velhinho de barbas brancas, que durante a infância, eu imaginava estar a minha espera, do outro lado da vida.


Durante este tempo, o mal sempre me causou desconforto, em algumas situações um medo genuíno.


Porque me incomodar com o “mal” se eu não acreditava no “bem”? esta pergunta ecoava em minha mente, nos momentos de solidão.


A busca por respostas me fez encontrar textos sobre a chamada: “Terapia de Vidas Passadas”, eu imaginava naquela ocasião: “Encantador se fosse verdade”.


Mais adiante, a Sirlene, uma amiga muito querida, me ofereceu os romances Espíritas, novamente vislumbrava a felicidade, sendo aquilo tudo real.


Avançando um pouco mais, encontrei um Livro: “Almas antigas”, o autor, um jornalista Norte Americano, conta a história da pesquisa de outro americano, Dr Ian stevenson, da universidade de Virginia, este psiquiatra dedicou sua vida à busca de provas cientificas da reencarnação, seu estudo se baseia nas crianças que se lembram de sua ultima vida. isto me acordou de vez e me retirou das sombras.

O amanhecer

Neste ano de 2008 já aos 45 anos, tive a honra de conhecer uma alma ímpar que reside no Rio de Janeiro, a Julli, e em fevereiro deste mesmo ano quando estive naquela cidade, recebi dela um belo presente: “O Livro dos Espíritos”, perguntando a ela sobre como encontrar uma Casa Espírita séria onde pudesse participar do mundo Espírita, ela me disse: “…peça ao seu protetor espiritual e ele o encaminhará, não se preocupe”. no dia 5 de março de 2008 um sábado, o meu filho Átila, chega em casa e diz:


“Hoje vou ao Centro Espírita!”
Minha esposa, católica, empalideceu e perguntou a mim:
“O que você vai fazer?”
Prontamente respondi:
Vou com ele!


Era a Casa de Caridade Espírita Nosso Lar.
Logo no portão encontrei um rapaz a quem perguntei como as coisas funcionavam naquela casa e ele prontamente me encaminhou ao salão de reuniões, em seguida veio uma moça muito educada me perguntando pelo nome, para que eu pudesse receber o passe no final da reunião. Hoje tenho um grande sentimento de amizade por estas duas criaturas:  Washingtom e  Alessandra.  Deste momento em diante, foi questão de poucos passos e já estava participando de algumas atividades da casa, conhecendo as outras pessoas da casa e cada vez mais encantado com este mundo “novo”.

À luz do meio dia

Hoje participo do grupo da limpeza, onde tenho imensa alegria de poder auxiliar ao Sr. Antônio, pessoa que muito admiro, juntos cuidamos da área externa.


Ontem, Último domingo antes do Natal, neste dia a Casa realiza o plantão de Natal, temos palestras, apresentação de teatro, coral, um almoço e uma confraternização de troca de presentes, entre os participantes da casa.


Eu tive, além de poder ajudar na cozinha, durante o preparo do almoço, dupla horaria, de poder dar um presente a Daniella e receber um belo presente da Dona Carmem, ambas muito queridas por mim.


Posso dizer seguramente que me sinto em casa, e que aquelas pessoas são uma parte de minha família, que eu ainda não tinha visto, nesta reencarnação.

Copyleft (C) Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Fundo do poço outubro 26, 2008

Posted by OhEremita in Divagando.
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Umas vezes, estamos nos picos do sucesso.
Noutras, nas montanhas da estabilidade.
Então evitamos, olhar em sua direção!
Ele está abaixo do nevoeiro.
Medonho!
Sombrio!
Até em pensamento nos apavora.
Ir até lá, nos parece pior que a morte.
Com nossas atitudes, abrimos caminho.
Somos levados, nesta viagem não desejada.
Chegamos ao fundo do poço!
Nos fazem companhia, apenas os verdadeiros amigos!
Recebemos apenas, a nobreza da solidariedade.
Levamos dali, apenas as lições mais valiosas!
Este lugar deveria ser o mais agradável, dentre todos.
Uma grande ironia…

Copyleft © 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Produção do Prêmio Vôo Livre 2008 outubro 19, 2008

Posted by OhEremita in Software Livre.
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O “Prêmio Vôo Livre” é oferecido pelo grupo “BrOffice.org – Projeto Brasil”, a todos aqueles que se empenham, para que o BrOffice seja cada vez maior, mais utilizado, mais forte.
O “Troféu Vôo Livre” é parte deste prêmio e na posição de escultor destas peças, muitas vezes sou indagado sobre o processo de produção. A idéia do “Software Livre” simplesmente me encanta, tanto que sou um escultor, participando de um grupo destinado a desenvolvimento de tecnologia. Bem no meu íntimo, acalento um sonho, de que um dia tudo o que produz a humanidade, não seja embasado em segredos mirabolantes, e que todos os processos de produção sejam do conhecimento de todos, assim: me sinto no sagrado dever, de mostrar como são feitos os troféus, deste nosso prêmio.

O inicio

No ano de 2006, após ver uma de minhas esculturas, o Claudio Ferreira Filho, presidente do BrOffice.org, teve a idéia de criarmos o “Premio Vôo Livre” composto entre outras coisas, de uma escultura, para premiarmos aqueles que tanto se empenhavam em nos ajudar. Sua primeira edição, foi ainda no ano de 2006.

Troféus do Prêmio Vôo Livre 2006

Não foi possível produzi-lo em 2007, mas retornamos em 2008.

Troféus do Prêmio Vôo Livre 2008

Agradecimentos importantes

Sr, Delfino dos Santos Ribeiro Silva

Assim como da primeira vez, o Sr. Delfino dos Santos Ribeiro Silva, disponibilizou o que se fizesse necessário, em sua fábrica,  para a confecção das peças, desde materiais, até equipamentos, isso deu agilidade ao processo de produção.
Esta empresa é a “Mobi Industrial Ltda”, que fabrica móveis de alto Luxo, para diversos mercados.

Sr. Marcelo Alves Magalhães

O Sr. Marcelo Alves Magalhães, cedeu varias horas de seu descanço, para execução do envernizamento das peças.

O processo de produção

Miniaturas dos troféus, na fase de estudos

Planificação dos troféus em estudo

Troféu em forma de livro, descartado por diversas razões

Inicialmente é feito um estudo, produzindo várias miniaturas, e algumas peças em tamanho natural, para obter um modelo, condizente com o objetivo.
O material: MDF, sigla da língua inglesa, – Medium Density Fiberboard, que em português é “Fibropainel de Media densidade”, este material está disponível no mercado, em placas de diversos tamanhos, usualmente 2440×1850 milímetros e com diversas espessuras, sendo que as mais usadas estão na faixa, que vai de 3 a 30 milímetros. Neste caso a opção por placas de 3mm, que coladas umas sobre as outras, em número de cinco, formando um painel mais espesso, produz-se um efeito visual de listras, bastante interessante.

Planificação das partes do troféu, sobre a placa de MDF

O primeiro passo: Planificação das partes do troféu, sobre a placa de MDF, para o dimensionamento do corte.

Corte da chapa de MDF, em tiras estreitas

Segundo passo: Corte da chapa de MDF, em tiras estreitas, na medida necessária para confecção das partes do troféu, o nome da máquina utilizada para esta operação é “Esquadrejadeira”, que tem a função de cortar as várias peças com o mesmo tamanho e com relativa precisão.

Vista da prensa com as peças, durante a aplicação de cola

Peças sendo colocadas dentro da prensa

Prensa, durante a prensagem das peças

Terceiro passo: Colagem das tiras, umas sobre as outras, formando uma placa mais espessa, neste ponto vem aquela pergunta: “Por que não utilizar uma placa que já seja da espessura desejada?”, simplesmente pelo efeito de camadas, que conseguimos produzir, colando uma placa sobre a outra, inclusive se adiciona um corante à cola, para destacar ainda mais as tais camadas. O nome da máquina utilizada nesta operação é “Prensa Hidráulica”.

Traçagem, desenho das peças sobre as placas

Quarto passo: Traçagem (desenho das peças sobre as placas), delineando as partes a serem cortadas, para formação das figuras, (gaivotas inseridas no mapa do Brasil). Aqui se usa simples equipamentos de desenho.

Vista das peças, durante o recorte das figuras

Vista das peças, durante o recorte das figuras

Peças com as figuras recortadas, sobre a bancada de trabalho

Quinto passo: Recorte das figuras desenhadas na superfície das placas, basta recorta-las. O nome da máquina utilizada nesta operação é “Tupia”, existem tupias de diversos tamanhos para diferentes aplicações, neste caso (peças com detalhes pequenos), usamos uma “Tupia Manual”.

Peças sobre a esquadrejadeira, durante o corte das junções

Peças sobre a esquadrejadeira, durante o corte das junções, mais detalhes

Peças sobre a esquadrejadeira, durante o corte das junções, visão da lâmina de serra

Sexto passo: Corte das junções (pontos em que uma parte é colada a outra), é necessário um corte preciso, para que a colagem seja perfeita, mais uma vez nos utilizamos da “Esquadrejadeira”. Lembra que já a utilizamos, no inicio do processo?.

Conclusão

Fase inicial concluída, daqui em diante, apenas a colagem das partes formando os troféus, sem necessitar de nenhum equipamento especial.
Esculpir o corpo das gaivotas é também bastante instintivo e utiliza-se equipamentos comuns de marceneiro, finalmente, lixar e aplicar verniz.

Visão em detalhes, do troféu Vôo Livre 2008

Detalhe: foi utilizado um verniz com um mínimo de Brilho, para conservar o máximo possível, o aspecto natural do MDF, tendo o verniz, a única função de proteger contra envelhecimento, manchas, líquidos, coisas assim.
Como puderam notar, um processo simples, rápido e fácil.
Espero ter sido esclarecedor.

Internet… Um novo monstro? julho 6, 2008

Posted by OhEremita in Crônicas.
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Algumas vezes vejo questionamentos sobre a tal da internet.
Seus perigos e suas surpresas.

“Um absurdo!”
“Manter contato com pessoas que você nunca viu!”

Nestas ocasiões as pessoas se esquecem de que temos muitos desconhecidos tão próximos de nós, que nos importamos tanto com eles, sem os conhecermos. A vida e as nossas atividades profissionais nos pregam peças. Vi um fato destes acontecer.
A menina ia para o trabalho todos os dias no mesmo horário e percebia que em uma das paradas do transporte coletivo, sempre entrava uma moça muito elegante, de bons modos e também muito bonita.
A menina pensava sobre aquela moça, com admiração:

“Quem será esta moça?”
“Onde trabalhará ela?”
“Sempre com tanta elegância.”

O tempo passa…
Um belo dia, a menina é levada em visita a um dos clientes importantes, da empresa em que trabalhava, ao chegar é apresentada aos funcionários daquela empresa, com quem falava todos os dias por telefone. Eis que a moça elegante do transporte coletivo é a mesma com quem ela sempre falava ao telefone e por quem tinha certa estima.


A internet é mais uma, destas coisas da vida,  nada mais que isto.

Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Ser Forte junho 22, 2008

Posted by OhEremita in Espíritas.
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Ser forte…
É preciso.
Nuvens espessas…
Uivante ventania…
Tormenta!

Os fracos sucumbem.
Arvores tombam…
Prédios desabam…

Vazio…
Silêncio.
Calmaria…
Brisa leve.

Tremula doce raminho…
Alegre!
“Frágil…”

Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Me tornei um Espírita junho 8, 2008

Posted by OhEremita in Espíritas.
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Vejo à distancia meu grande amigo… a tempos não o encontrava.
Ele me cumprimenta sorridente:

“Meu amigão!”
“A quanto tempo!?”
“Tive noticias suas, fiquei bastante preocupado…”

Ora veja!

Notícias minhas?

“Confesso que não acreditei, pois sei que és um ateu convicto.”


Diga logo!

Quais notícias, afinal?

“Disseram-me que você se tornou Espírita!”

“Veja só!”
“Imagine… você pegando um Espírito!”
“Que coisa horrível!”

Rá rá rá rá!!!

Pegar um Espírito?
Essa é boa.
Rá rá rá rá!!!

“Sábia que este absurdo era mentira.”

“Ufa!”
“Estou bem mais aliviado!”

Mas não é mentira!

Eu me tornei Espírita, lhe disseram a verdade.

“Tá brincando!?”


Não não, eu faço parte da Casa de Caridade Espírita Nosso Lar.


“Como assim?”

“Casa de caridade?”
“Quer dizer que você não vai a um Centro Espírita?”
“Nossa!”
“Ainda bem!”

Mas é um Centro Espírita!


“Santo Deus!”

“Então por que este nome?”

Porque o principal objetivo de todos os que participam daquela casa, além de se instruírem é a caridade.

Ajudar a todo aquele que precisa.

“Mas, e os Espíritos?”


Há!

Os Espíritos!
Ah!
Eles estão por toda a parte.

“Santo Deus!”

“Nem brinque com isto!”

Por que?


“Ora, ora!”

“Eles são perigosos!”

Quem disse?


“Ora bolas!”

“Todo mundo sabe”

Hummmm!

Não são perigosos, são pessoas como eu e você.

“Tá louco!”

“Eles estão mortos!”

Engano seu, estão mais vivos que nós dois somados.

Não somos corpos físicos que possuem um Espírito, mas um Espírito que habita temporariamente um corpo físico, com o propósito de resgatar antigos débitos, se instruir e se elevar moralmente.

“Já ouvi falar disto… mas nunca acreditei muito.”


Os Espíritos nada mais são que as almas de pessoas que já desencarnaram. São seres eternos… imortais. Criados por Deus, na total ignorância e com o objetivo de evoluírem, se elevarem moralmente e intelectualmente, de forma contínua.

Por isso, quanto mais apegado às coisas materiais, mas tempo levará para atingir a elevação.

“Mas e os anjos e demônios?”


Apenas: bons Espíritos e maus Espíritos, nada mais.


“Interessante… mas agora devo ir.”

“Devemos conversar mais a respeito deste assunto.”

Sim sim!

Falamos depois.

“Até logo”

Copyleft © 2008 Síncero Zeferino Filho (OhEremita)

As duas naturezas humanas abril 8, 2008

Posted by OhEremita in Espíritas.
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A manhã me desperta.
As possibilidades me alegram.
As boas conquistas.
A alegria me leva ao bem.

No corredor…
O filho apressado.
Uma trombada!

Dois caminhos…

Xingamentos nos aproximando dos animais.

Ou
Abraço apertado…
Carinho…
Gargalhadas.

Bons fluidos…
O caminho das boas almas.

Felicidades!!!

Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Um nome bem esquisito março 21, 2008

Posted by OhEremita in Software Livre.
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Espiral, logomarca do projeto Debian Gnu/Linux

Visitar meu tão querido amigo, Fabiano Antônio Ubiraja carinhosamente chamado de FAU. Ele mora em um condomínio ecológico, Passeios de caiaque, caminhadas, e longas conversas…

Numa destas ele me diz:
“Rapaz!”
“Andei lendo sobre aquele tal de software Livre, de que você tanto fala.”

Verdade?
E você Gostou das coisas que descobriu?

“Meu camarada!”
“Tem uns nomes bem esquisitos em!?”
“Um tal de Debian, vê só que nome mais estranho!”

Não acho não.
Você descobrir o que é este tal de Debian e a causa deste nome?

“Encontrei alguma coisa sim, mas não li tudo, ainda.”
“Se entendi corretamente, ele é o tal do Linux né!?”

Rá rá rá rá rá rá!
Conheço algumas pessoas que lhe tirariam a pele, só por ter dito que o Debian é o Linux.

“Que isso cara?”
“O Debian é o Linux!”
“Não é?”

Santo Deus!
Você ainda vai nos meter em confusão, dizendo estas coisas.
Rá rá rá rá rá rá!
Lembra que lhe falei do Patrick Volkerding?

“Sim!”
“Claro que me lembro!”
“Ele fez o Slackware!”
“Há!”
“Agora me lembro!”
“Tem vários Linux.”

Isso mesmo e o Debian é um deles.
O Debian foi criado por Ian Murdock e se chama Debian, por conta da junção entre “DEB” que é o inicio do nome de Debra, a então namorada do Ian Murdock, mais o primeiro nome dele IAN, assim temos Debian.

“Que legal cara!”

Mas ao contrário do Volkerding, ele criou uma comunidade em torno do Debian.

Hoje são mais de mil desenvolvedores, devidamente cadastrados, certificados e com acesso a seus servidores e outros tantos que colaboram mas ainda não são registrados. O que nos dá mais de dois mil desenvolvedores, espalhados mundo afora. Cuidando de um conjunto de mais de vinte mil programas diferentes.

“Nossa!”

“É um projeto gigantesco em?”
“E no Brasil tem algum desenvolvedor Debian?”

Claro que temos!

Um deles é uma lenda viva.

“Dá arrepios, só em pensar”

“Será que o Murdock, um dia pensou, que seu Debian chegaria tão longe?”

Agradeço a: Felipe Augusto van de Wiel (faw) por sua preciosa ajuda.

Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)