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Nós humanos, como somos fevereiro 5, 2008

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Nós humanos, fazemos experiência com um numero finito e até reduzido de indivíduos, então de acordo com o comportamento desses, concluímos que o comportamento dos outros é idêntico. Assim matamos a individualidade, tudo é generalizado. Nossas tão adoradas leis fazem com que as escolas ensinem a milhares de crianças da mesma forma, como se todas fossem iguais. O pobre professor que deveria ser um mestre, se torna um repetidor de normas, leitor de compêndios.

No tempo de Marco Pólo era possível ouvir em todos os lugares da Europa, sobre o que ele havia visto no oriente, uma das historias dizia, que as mulheres orientais tinham tantos filhos, que necessitavam de muitos seios para amamenta-los, por isto eram como porcas ou cadelas e tinham vários pares de seios. Estas historias eram contadas por pessoas, que sequer conheciam Marco pólo, ou seja, ouviram dizer que os orientais tinham muitos filhos, o que era verdade e a partir dai concluíram que as suas mulheres seriam daquele jeito. É como diz aquela piada, do cientista que estudava o câncer e concluiu que água provocava câncer, já que cem porcento das pessoas que tinham câncer tomavam água. “Nem tudo que parece é”, diz o ditado e o sábio disse: “Há muito mais entre o céu e a terra, do que sonha vossa vã filosofia”.

Como alguém lá em Brasília, pode fazer uma lei que irá atingir as pessoas das favelas cariocas, se ele nunca esteve lá? Ou um cidadão que possui um carro próprio e nunca utilizou transporte coletivo, saber o que é melhor para o usuário desse transporte?

Os chamados “intelectuais” de hoje, são como crianças brincando, não sabem o que estão dizendo. Comentam sobre noticias produzidas, por duas ou três agencias internacionais e nós os chamamos: “formadores de opinião”. Seria tão bom se cada pessoa pudesse decidir a própria vida. As assim chamadas instituições que visam proteger e manter a sociedade (que muitos ousam chamar de civilização), tais como a Policia, as forças armadas, os legisladores e tantos outros, nada mais fazem que impedir crescimento da humanidade. Pois tentam impor às pessoas um só pensamento, uma só atitude e nós sabemos, que o que nos trouxe até aqui foi justamente, o fato de termos as nossas diferenças. Um ancião deve ser respeitado, até mesmo admirado pelo que sabe, mas tendo a certeza de que ninguém sabe tudo, devemos ter consciência, de que uma criança que sabe pouco, pode saber algo que nem o ancião saiba. O mundo antigo era muito mais criativo, porque a individualidade era respeitada.

Olhando daqui de: 3 de fevereiro de 2008, percebo e acredito, que no futuro estas entidades se diluirão. Me parece que elas não poderão mais se sustentar, visto que elas foram alicerçadas no passado, onde tais coisas eram mantidas as custas principalmente, da ocultação de informações, o que já não é possível hoje. No futuro acredito que os humanos não se sentirão incomodados com as diferenças, nem com as preferências individuais. Poderemos ter a raça que for, a aparência que quisermos, cabelo, roupas e até o corpo e ninguém se importará. Uma mulher poderá ter o corpo musculoso e ninguém se importará. Da mesma forma o homem poderá ter o corpo igual ao de uma mulher e ninguém se importará. O casamento não será somente entre um homem e uma mulher, mas entre duas pessoas sejam elas de que sexo for e ninguém se importará. Pois valerá a nossa mente. A nossa consciência. Nossa capacidade. Poderemos ser todos amigos. Veremos que outras pessoas são diferentes de nós, mas nunca, em hipótese alguma, as acharemos inferiores, apenas diferentes. E não será apenas dizer isto mas acreditar, pensar assim, agir assim. Saberemos que todos temos limitações. Ninguém é o fim em si mesmo. Teremos a verdadeira consciência daquela frase: “Quem não tiver pecado, que atire a primeira pedra”. Um cientista, que depois de muito estudo e conhecimento, de coisas incríveis, ouvirá uma criança com o mesmo respeito, com que ouve um sábio de quem se considera discípulo. Nenhuma doutrina será absoluta.

Um grande filme hoje cultuado por muitos, diz que “o espaço é a fronteira final” e eu sempre acreditei nisso, mas hoje vejo o mundo com outros olhos e tenho certeza de que encontraremos muitas fronteiras pela frente. Mas uma delas, talvez a mais difícil, está dentro de nós. Como será que conseguiremos dominar a nós mesmos? Quando falamos em dominar imaginamos logo a força, mas eu acredito com todas as minhas energias, que nós nos dominaremos pela humildade, pela consciência de que não somos grande coisa, perto do grandioso universo. Pela certeza de que existe e sempre existirá, muita coisa que não conhecemos e que tudo que se apresenta diante de nós é desconhecido e deve ser respeitado, nunca destruído.

Depois destes pensamentos me vem uma pergunta: Por que necessitamos esperar pelo futuro? Pelas gerações vindouras? Se sabemos disto agora, vamos praticar já, eu vivo e deixo que vivam, estou contando com você pra fazer o mesmo. Veja lá em!?

Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Contribuindo com a humanidade fevereiro 3, 2008

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Todos acreditam piamente, que pagando seus impostos em dia estão fazendo sua parte, para melhorar a humanidade. Ao mesmo tempo acreditam, que todos os políticos sem exceção estão envolvidos em corrupção e não gastam bem o dinheiro dos impostos. Parece-me que temos aqui uma contradição.

Podemos contribuir muito com a humanidade, mesmo sem ter recursos, mesmo acreditando que não podemos naquele momento. Muitas vezes acreditamos, que estamos com dificuldades financeiras, ou que nossos recursos materiais estão em baixa.

Veja o caso de uma pessoa que adora escrever: ele não dispõe de recursos extras, mas adora escrever, sabe que nenhuma editora irá publicar algo escrito por ele, sendo ele um “ilustre desconhecido”, então, em vez de amontoar textos no HD de seu computador, ele pode muito bem publica-los na internet. Não lhe custará nada, verá outros tendo contato com sua obra, fará sucesso como se estivesse publicando um livro (talvez mais). Do outro lado haverão muitos, que simplesmente não estão dispostos a comprar livros, mas existirão também aqueles que não poderiam fazê-lo, de forma alguma, por não ter recursos disponíveis (Ter um computador, não é sinonimo de possuir dinheiro para comprar livros continuamente). Então estará ajudando a quem necessita, apenas fazendo exatamente o que mais gosta.

Será que em um cenário destes, vale mesmo a pena, colocar todos os direitos da obra, sob reserva? Mesmo sabendo que os espertinhos irão copiar e usar de uma forma ou de outra? Aliás, quem nunca fotocopiou um livro, na época de escola?

Atirar a primeira pedra…

Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Fugindo da Humanidade, Boas Escolas janeiro 29, 2008

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Sempre vejo como funcionam bem, as iniciativas de inclusão social, que montam oficinas para ensinar aos jovens carentes uma profissão, seja Musica, culinária, Artes plasticas, sem exceção, todas atingem seu objetivo, ou seja ensinar àqueles jovens.

Imagino que estes jovens aprendem pelo simples fato de que está sendo oferecido a eles, ensinamentos que eles querem mesmo adquirir. Transportando isto para a escola, acredito que se ensinarmos o que os jovens buscam, teremos grande sucesso. Um futuro advogado (nós sabemos que desde muito cedo temos tendencia à nossa profissão), teria mais sucesso no aprendizado, se lhe fosse mostrado como funciona uma carreira de advogado, do que cobrar dele, em um exame carregado de tensão, uma bela equação de segundo grau.

Pense como seria produtiva uma escola, que desde a segunda parte do ensino fundamental (por volta dos dez anos de idade), fosse direcionada por atividade profissional, funcionando como uma escola do SENAI, com assuntos pertinentes unicamente àquela atividade, sendo os outros assuntos mostrados praticamente como curiosidade.

Uma escola de base que mostrasse os pormenores de cada atividade profissional, seria mais que suficiente para mostrar ao jovem um caminho, para iniciar uma atividade da qual ele goste, se sinta bem, exercendo. Os pais e mães de todos os alunos, são profissionais e a maioria teria imenso prazer em descrever sua atividade para os alunos e seus filhos ficariam orgulhosos e motivados, vendo seus pais diante dos colegas.

Conhecer muito bem os detalhes de nossa atividade profissional e deixar os pareceres com os profissionais das outras áreas.

Um engenheiro de hoje necessita de criatividade e de conhecer pormenores, que passam longe da matemática, pois esta, os computadores dominam com perfeição e precisão absolutas, Então porque perder tempo com esta matéria, nesta atividade profissional? Porque não deixá-la para os matemáticos? Os matemáticos aprendem, ensinam para os computadores, que executarão para os engenheiros, enquanto estes, cuidam de exercitar e aperfeiçoar sua capacidade criativa.

Temos de nos acostumar com uma sociedade tecnológica, para isto basta usa-la, não fazer com as próprias mãos o que as máquinas podem fazer. Ou ter preconceito em usarmos conhecimentos que já possuímos, mesmo que para isso tenhamos que mudar estruturas.

Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Fugindo da Humanidade, Piramide Social janeiro 27, 2008

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Os peritos nos estudos do comportamento humano e comportamento da sociedade humana, nos falam o tempo inteiro em piramide social. O mais rico (dinheiro, bens materiais) de todos, bem no topo, alguns super ricos logo abaixo dele, descendo… descendo… a classe média e uma grande massa de pobres formando sua base.

Mas se olharmos nossa vida desta forma, tudo que teremos serão boas desculpas para o fracasso, pois valerá o pensamento: “nada adianta eu, sozinho, deixar de jogar lixo nos locais que visito, pois os outros continuarão a fazê-lo”; “Não vou escrever sobre coisas boas, os outros só gostam de tragédias”.

Existe uma parte da humanidade que tem sua importância relativa e está sob nossa responsabilidade, mas que observando os outros nos esquecemos de cuidar, nós a negligenciamos, pois os outros irão nos atrapalhar. Esta parte que é a parte mais importante para nós, somos nós mesmos, temos a responsabilidade de cuidar bem de nós mesmos, de cumprir com nossas responsabilidades, não devemos jogar lixo nos locais que visitamos, pelo simples motivo de que nós temos controle sobre nós mesmos, não sobre os outros. Eu não jogo lixo, então minha parte está feita, posso agora ajudar, incentivar, exigir, que os outros, também o façam.

Diz o dito popular: “Quando um não quer, dois não brigam” então podemos dizer: “Quando um faz, outros o imitarão”. O Melhor é fazermos o que imaginamos correto, ao mesmo tempo que respeitamos a maneira dos outros agirem e pensarem. Se acreditamos que ninguém tem o direito de interferir conosco, também não podemos acreditar que temos o direito de interferir com os outros.

Fazendo o que nossa consciência manda esquecendo-nos da Piramide, nos sentiremos felizes, então poderemos ajudar na felicidade dos que nos cercam.


Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Fugindo da Humanidade janeiro 26, 2008

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Sou humano! Faço parte desta grande família, que usa toda a sua capacidade, na tentativa de produzir sua própria destruição, definitivamente, não posso concordar com isto.
Ultimamente só o que tenho feito é tentar de todas as formas, fugir da humanidade, me sinto cercado por todos os lados.
Ao ligar o radio, ouço uma bela melodia, mas a poesia cantada por ela é somente lamentação, o amor que se foi, saudades do ente querido. Tristezas, apenas tristezas. Cantar apenas a tristeza?.

Penso ir ao cinema, vários em cartaz, uma casa dos horrores, morte, guerra, matança, destruição das boas obras humanas. Quem o fez, não gosta de si mesmo?

Ah! A TV! Quase me esqueço da TV! Más noticias, tragedias expostas, infelicidade alheia devassada, dramas pessoais desrespeitados. Quanta dor!

Encontrar a mãe natureza, nada mais prazeroso, alegria, felicidade, simplicidade, harmonia.

Os golfinhos e sua família, tão felizes, brincalhões, nadar, brincar, soltos na imensidão… Isto é felicidade.

Leões caçam, alimentam a si mesmos e aos seus, nada mais, descansam juntos…

Elefantes, ferozes defensores de sua manada, jamais deixarão um de seus membros para para trás, são mesmo solidários.


Inteligência versus irracionalidade!

Humanidade medonha!
Natureza sábia!
Procurar pela felicidade…


Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Tecnologia X Ciência novembro 3, 2007

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Entendo as produções humanas, como oriundas de apenas duas correntes distintas: da ciência e da tecnologia.

Vejo a ciência como o inicio de tudo. O método mais adequado à prospecção. A dedicação apaixonada e sem tréguas, daqueles que a fazem. Em todas a áreas das atividades humanas, temos uma ciência puxando a fila.

A tenologia, eu percebo como o resultado final das descobertas cientificas. Uma série de pequenos “fenômenos” naturais, se materializando em conjunto, sobe o “corpo” de um dispositivo. Um milagre concretizado pelas mãos humanas. Algo impensado em tempos anteriores. Coisa corriqueira nos dias de agora. Aquilo que será usado, pelos que se dedicam a outras áreas.

Acredito piamente que nosso caminho em direção à ciência, passa antes pela tecnologia, pois ela está mais próxima do mundo real. Por isso mesmo tenho a crença, de que nossa estrutura de ensino não pode mais continuar a ensinar ciência pura e principalmente a cobrar tantos resultados dos alunos. Haja visto que a ciência depende de um conhecimento bastante profundo, daquela área a que pertence. Adolescentes são seres humanos com seu conteúdo ainda em formação. Não sabem que caminho seguir, a qual área se dedicarão. Como podemos esperar que tenham conhecimentos profundos, em todas as áreas simultaneamente? Já que a escola se propõe a ensinar todas elas, ao mesmo tempo.

Imagino que se ensinarmos primeiramente a tecnologia, estaremos preparando profissionais que poderão chegar às altitudes inimagináveis, da ciência de suas áreas de atividade. Pois dominarão todo o conteúdo da tecnologia humana.

Estamos na terceira geração, após o advento da tecnologia dos computadores pessoais e todos o dias nos deparamos com profissionais que não sabem usá-la. A ciência pura que “aprenderam” na escola de nada serviu.

Copyleft © 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Pensando sobre o ato de estudar julho 4, 2007

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Todos nós temos lembranças dos filmes que já assistimos, mesmo aqueles dos quais não apreciávamos o tema, entretanto não conseguimos lembrar das aulas que tivemos na escola, mesmo quando o tema era de nosso agrado. Imagine se a escola tornasse o ato de estudar tão agradável quanto o de assistir a um filme.

A tecnologia empregada na produção do filme, leva em conta todos os nossos sentidos e nos coloca “dentro” dele, acredito que seus “produtores” querem o sucesso, também acredito, que os “produtores” da escola deveriam desejar seu sucesso.


Os mestres antigos: Gregos; Indus; Chineses… tinham apenas a palavra e a utilizavam com maestria, eram idolatrados pelos discípulos. Estas palavras ecoam até os dias de hoje, milhares de anos depois.

Os medievais tinham a lousa, o giz, e a opressão, eles as utilizavam com tal interesse, que cegaram a maioria de seus “alunos” e criaram a escola, um verdadeiro posto de inspeção, testes, testes e mais testes. Para onde terão indo, os grandes mestres? Terá o ensinamento evaporado? O conteúdo teria exaurido?

Hoje temos a “tecnologia”, efeitos especiais, podemos criar dinossauros como se fossem de verdade, naves espaciais, mundos imaginários, gerras cataclísmicas (ainda não intendo a razão de criar guerras).

Penso que se usarmos nossa capacidade e transformarmos nossa escola, de inspetora para orientadora, e a tecnologia das artes cênicas, mais notadamente o cinema, para ensinar aos nossos filhos, poderemos dar mais um passo rumo a uma civilização…

Copyleft © 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Profissional X Amador março 22, 2007

Posted by OhEremita in Humanidade.
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Ressalto que não tenho a intenção de realizar um trabalho cientifico a respeito de profissionalismo. Porem comento impressões cotidianas, que dão corpo ao conceito que cerca estas duas palavras.

Acredito por observações em mais de duas décadas de trabalho no chão de fábrica, que o amador apenas faz. Não presta a devida atenção naquilo que diz, quem o instrui ao iniciar uma nova tarefa. Também não observa aspectos importantes, da própria execução. Por fim não se preocupa com a conclusão daquele trabalho.

A palavra profissional tenta hoje, ser mais que uma descrição de um individuo habilitado a executar determinada função. Pois temos observado repetidamente, erros de grande magnitude cometidos por “profissionais”, com as mais importantes qualificações. Sendo simples de entender que frequentar um curso ou responder corretamente as questões de um teste, não faz um profissional. O profissional acima de tudo, deve ter uma profunda crença em procedimentos que o sempre conduzam, a uma conclusão adequada de seus afazeres, sob todos os aspectos.

Veja a importância extrema, de prestarmos atenção, em quem nos instrui naquilo que iremos executar. Pois ao entendemos exatamente o que fazer, estaremos dando o primeiro grande passo rumo a uma conclusão positiva do nosso trabalho.

Um bom planejamento é imprescindível a uma execução tranquila de um trabalho impecável. E não estou me referindo a horas e horas de mapas, tabelas e mais tabelas, gráficos intermináveis, mas simplesmente de uma ordenação de idéias, um roteiro mental do caminho a seguir.

Manter um histórico do nosso roteiro a medida que fazemos nosso trabalho, nos dá a possibilidade de refazer, caso seja necessário, qualquer tarefa que tenha sido executada com algum problema. Ou mesmo delegar alguma parte do trabalho a outra pessoa durante o processo, como um auxiliar por exemplo.

Acredito que o mais importante no entanto é não deixar passar uma operação, que não esteja bem resolvida. É muito comum quando uma operação tem um erro qualquer, o executor passar à tarefa seguinte com o pensamento, de que “na próxima operação eu resolvo estes problemas”, isto é a mais pura ilusão e serve apenas para tumultuar o trabalho, além de reduzir a qualidade do que produzimos. Problemas na execução do trabalho são como chamas, temos que atacar sua base, ou seja resolve-los no memento em que surgirem.

No fim das contas um amador segue ao sabor dos acontecimentos e um profissional por outro lado entende, planeja e acompanha, mentalmente cada operação do seu trabalho cotidiano.

Copyleft (C) 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)